Quando a dor não é normal: sinais que indicam a hora de procurar ajuda médica


Persistência da dor, impacto emocional e uso contínuo de analgésicos estão entre os principais alertas; Instituto Landim oferece tratamento multidisciplinar para restaurar a qualidade de vida.


Sentir dor é uma experiência comum a todos nós. Um tropeço, uma torção ou até mesmo um treino mais intenso podem provocar desconforto temporário. Mas e quando essa dor insiste em ficar, mesmo depois que o motivo original desapareceu? A dor deixa de ser um sintoma e se torna uma condição clínica por si só — e é exatamente nesse momento que ela deixa de ser “normal” e passa a exigir atenção especializada.

Para o médico Gilvan Landim, fundador do Instituto Landim e especialista em dor crônica, é essencial que o paciente aprenda a ouvir os sinais do corpo. “A dor é um alarme biológico. Se ela não desliga, algo precisa ser investigado com seriedade. Viver com dor não deve ser visto como parte natural da vida”, afirma.

Entendendo a dor crônica

A dor crônica é caracterizada por persistir por mais de três meses, mesmo após a resolução do fator desencadeante — como uma lesão, inflamação ou trauma físico. Segundo estimativas, até 5% da população brasileira sofre com dor crônica intensa e contínua, que interfere em sua capacidade de trabalhar, se relacionar e viver com autonomia.

Entre os tipos mais comuns estão as dores musculoesqueléticas (como nas costas, ombros e joelhos), a fibromialgia, as dores neuropáticas (com sensações de queimação e formigamento) e até as enxaquecas recorrentes.

“O erro mais comum é tentar se adaptar à dor, quando o mais indicado é compreender a sua causa e iniciar um plano de tratamento estruturado”, reforça Dr. Gilvan.

7 sinais de que sua dor não é normal

Confira os principais sinais de alerta que indicam que sua dor precisa de avaliação médica especializada:

1. Duração prolongada

Se a dor se mantém constante por mais de 12 semanas, mesmo com repouso ou medicação, é hora de procurar ajuda. Isso vale tanto para dores musculares quanto articulares, de cabeça ou em qualquer outra parte do corpo.

2. Intensificação progressiva

A dor que aumenta com o tempo, ao invés de diminuir, pode indicar um processo crônico em curso. “Dores comuns tendem a aliviar com o tempo. Se o contrário acontece, a investigação deve ser imediata”, orienta o médico.

3. Comprometimento da qualidade de vida

Dor que afeta o sono, o humor, o apetite, as relações interpessoais e o desempenho no trabalho não deve ser ignorada. Ela está dizendo que algo não vai bem.

4. Uso frequente de analgésicos

Se remédios para dor se tornaram parte da rotina e não passam um dia sem serem usados, é um sinal claro de que o problema precisa de atenção especializada.

5. Dor com características neurológicas

Sensações como formigamento, dormência, queimação ou “choques” podem indicar lesão ou sensibilização de nervos — um quadro conhecido como dor neuropática, que requer abordagem específica.

6. Ausência de causa aparente

Sentir dor sem um motivo claro também é válido. Condições como fibromialgia ou enxaqueca não apresentam sinais visíveis em exames tradicionais, mas são plenamente reconhecidas pela medicina.

7. Impacto emocional

A dor contínua pode desencadear ou agravar quadros de ansiedade, depressão, irritabilidade e fadiga crônica. O sofrimento físico e emocional andam juntos, e devem ser tratados de forma integrada.

Dor e saúde mental: uma via de mão dupla

A conexão entre dor física e saúde emocional é profunda. Estudos mostram que pacientes com dor crônica apresentam maior risco de desenvolver transtornos do humor, e, ao mesmo tempo, pessoas com depressão podem ter percepção aumentada da dor.

“Cuidar da dor é também cuidar da mente. A abordagem precisa ser completa, com apoio físico, emocional e comportamental”, pontua o Dr. Gilvan.

Fibromialgia: um exemplo emblemático

Uma das condições mais emblemáticas quando falamos de dor crônica é a fibromialgia. Ela afeta majoritariamente mulheres entre 30 e 55 anos, e provoca dor muscular generalizada, cansaço extremo e sono não reparador, mesmo após horas de descanso.

Por muito tempo, foi tratada com desconfiança, sendo associada apenas a fatores psicológicos. Hoje, sabemos que há uma disfunção neurológica envolvida, que amplifica os sinais de dor — como se o “volume” da dor estivesse desregulado.

O diagnóstico é clínico e deve ser feito por especialista, por meio de uma escuta atenta e exame físico detalhado. E o tratamento, assim como em outros quadros de dor crônica, vai muito além dos medicamentos.

Tratamento no Instituto Landim: acolhimento, ciência e resultado

No Instituto Landim, a dor crônica é tratada de forma integrada, através do Programa 100 Dor — um plano terapêutico estruturado que combina procedimentos médicos avançados, como radiofrequência e terapias regenerativas (iPRF, BMA), com fisioterapia individualizada, suporte contínuo e educação em dor.

“Nós não tratamos apenas a dor, mas o paciente. O objetivo é devolver funcionalidade, leveza e bem-estar”, explica Dr. Gilvan Landim.

O programa é especialmente indicado para quem sofre com:

  • Dor persistente ou recorrente;
  • Diagnósticos como artrose, hérnia de disco, fibromialgia ou tendinites;
  • Uso constante de remédios sem melhora real;
  • Desejo de evitar cirurgia ou tratamentos invasivos.

Não se acostume com a dor. Busque solução.

Se você identificou um ou mais dos sinais de alerta descritos acima, saiba que não é necessário continuar vivendo assim. A dor não precisa — e não deve — ser sua companheira diária.

“Ao procurar ajuda especializada, o paciente dá o primeiro passo para retomar o controle da própria vida”, finaliza Dr. Gilvan.

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